quinta-feira, 28 de março de 2013

Parece que te conhecia há uma vida. Os teus olhos foram a esperança naquela noite de chuva, confesso! 
Não tremi. Não vacilei. Tu deste-me a segurança que eu necessitava para fazer o que tive vontade.
Hoje penso que isto é uma história de um filme, no qual eu não soube muito bem representar. Foste a minha companhia durante horas. Horas essas que foram preenchidas com a sensação de liberdade e tranquilidade no meu peito. Um dia ainda vou escrever sobre esse fenómeno que é, o sentir algo tão forte por alguém, desde o primeiro momento. Um dia vou ver-te e pensar que me fizeste bem, que me fizeste sentir saudável com tudo o que construímos ali, naquele momento só nosso. 
Eu viajei no teu corpo, assim como tu viajaste no meu. Sem medos!! E uma das coisas mais importantes foi não ter medo nem do que acontecia, nem daquilo que poderia acontecer. Deixei-me ir, contigo do meu lado. Juntos atingimos o que de melhor há na vida: paz! 
Sei que tenho que te dizer adeus, mas quero que saibas que irei sempre lembrar a boleia que me deste!
Um Beijo, reles! 

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