quinta-feira, 28 de março de 2013

Parece que te conhecia há uma vida. Os teus olhos foram a esperança naquela noite de chuva, confesso! 
Não tremi. Não vacilei. Tu deste-me a segurança que eu necessitava para fazer o que tive vontade.
Hoje penso que isto é uma história de um filme, no qual eu não soube muito bem representar. Foste a minha companhia durante horas. Horas essas que foram preenchidas com a sensação de liberdade e tranquilidade no meu peito. Um dia ainda vou escrever sobre esse fenómeno que é, o sentir algo tão forte por alguém, desde o primeiro momento. Um dia vou ver-te e pensar que me fizeste bem, que me fizeste sentir saudável com tudo o que construímos ali, naquele momento só nosso. 
Eu viajei no teu corpo, assim como tu viajaste no meu. Sem medos!! E uma das coisas mais importantes foi não ter medo nem do que acontecia, nem daquilo que poderia acontecer. Deixei-me ir, contigo do meu lado. Juntos atingimos o que de melhor há na vida: paz! 
Sei que tenho que te dizer adeus, mas quero que saibas que irei sempre lembrar a boleia que me deste!
Um Beijo, reles! 

domingo, 17 de março de 2013

Podia fazer-te chegar muita coisa à cerca do que sinto por ti, mas optei por esperar. Dizem que esperar é uma virtude e começo a concordar com isso. Se o destino voltou a juntar por coisas mínimas  eu quero acreditar que ele se vai encarregar de nos colocar novamente no caminho um do outro. A força está na palavra acreditar.
Penso todos os dias em ti. Todos os dias eu saio de casa com a esperança de receber um sinal teu, mas até hoje, nada. Mas podes acreditar que até mesmo esse "nada" me faz esperar por ti. Faz-me esperar pelo dia que tu dês um murro na mesa e digas para ti mesmo que basta de ter uma vida que não te faz feliz.
Nós fomos feitos um para o outro, embora tenhamos tido outras pessoas, outras vivências. Ambos sabemos que eu sou tua e tu és meu, faça chuva ou sol! É em ti que eu penso quando vou dormir, e sei que eu faço também parte do teu adormecer. 
Culpo-te apenas por uma coisa: falta de coragem. Mas bem sei que tens medo que eu te magoe novamente, e que tudo isto não passe, novamente, de um capricho meu. Posso dizer-te que não é, eu sei que tu te identificas comigo, e eu contigo. Eu sei que tudo o que vivemos juntos foi demasiado bom para ter acabado sem escrevermos mais linhas na nossa história. Todos os sorrisos foram demasiado sinceros para serem esquecidos... e eu, não vou deixar que isto seja assim, e sabes porquê? Por que nem eu nem tu merecemos isso. 
Arrepio-me de cada vez que me lembro do nosso último abraço... Como ainda era tudo tão sincero! Tão verdadeiro.
Amo-te... nunca senti tanta vontade de o dizer.
Espero um dia poder dar-te tudo isto a ler, e estar ao teu lado para te dizer que sempre foi verdadeiro o que fiz e tive contigo, porque tu sabes que eu me faço "ouvir" melhor com as palavras escritas. Até lá, eu viverei a minha vida... mas correrei para os teus braços quando tu achares que é a melhor altura de o fazer. 
Lembra-te disto: "Ama-me pouco mas ama-me sempre", por alguma razão foi sempre esta a frase preferida dos dois. Tudo, mas tudo mesmo, tem uma razão.