segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Tenho vontade de te mandar mensagens, confesso! E vontade de te perguntar como estás? O que tens feito? Se sentes saudades minhas? Se me amas? Quais os novos projetos que tens? Tanta coisa... mas o meu orgulho não me deixa. Ainda bem, porque assim serve para te poder demonstrar que estou bem sem ti. 
Na verdade não estou. Sinto falta de enrolar os teus pés com os meus e de te passar a minha mão fria pelo teu corpo para a aquecer ao mesmo tempo que tu tiravas os lençóis do sitio, por te sentires tão frio com o meu toque. Sinto falta do beijo de boa noite e das coisas estúpidas que dizias, que me faziam rir como se não houvesse amanhã. Até de me chatear contigo eu sinto falta. Saudades das justificações que não eras obrigado a dar, mas que teimavas em dar, fossem verdade ou mentira.
 Mesmo que eu neste pouco tempo tenha vivido uma mentira, fui feliz! Mesmo que tudo aquilo que me dizias, o dissesses para outra pessoa, mas não faz mal... quer dizer, hoje faz pela falta que me fazes! 
Sinto falta de conciliar o meu olhar com o teu, e de seguida sentir o desejo dos teus lábios tocarem nos meus. Não sei se me sinto apaixonada! Acho que nunca sabemos isso num curto espaço de tempo. Mas sei que senti algo que me fez voar, que me fez desprender de fantasmas, que me fez não pensar em mais nada a não ser naquele momento. 
E agora? Não sei! Não vou pedir para voltares, nem tão pouco te vou procurar ou dizer-te que me fazes falta, porque se isso tiver de acontecer, irá acontecer naturalmente! E se não acontecer, foi porque não teve de ser e se não teve que ser, resta-me a mim guardar mais uma daquelas histórias que me irão fazer acreditar cada vez menos em histórias saudáveis, sejam de amor ou não.

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